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O turismo internacional no Brasil registrou crescimento de 37% em 2025 na comparação com o ano anterior, segundo o Barômetro Mundial do Turismo, divulgado nesta terça-feira (20) pela Organização das Nações Unidas (ONU). O desempenho colocou o país à frente de outros destinos com forte expansão no período, como Egito (20%), Marrocos (14%) e Ilhas Seychelles (13%).
O relatório aponta que mais de 1,5 bilhão de turistas realizaram viagens internacionais em 2025, número cerca de 60 milhões superior ao registrado em 2024, indicando a consolidação da retomada do setor em escala global.
No Brasil, o avanço resultou em um recorde histórico na chegada de visitantes estrangeiros. Ao longo do último ano, 9,3 milhões de turistas internacionais desembarcaram no país, superando com folga a meta de 6,9 milhões estabelecida no Plano Nacional de Turismo 2024–2027. O resultado reforça o peso do turismo na economia nacional, com impactos diretos na geração de empregos, na movimentação de serviços e no fortalecimento da imagem do país no exterior.
Minas Gerais aparece entre os principais destaques do crescimento turístico no país. O estado registrou aumento de 35,1% nas chegadas domésticas e de 74% no fluxo de turistas internacionais, consolidando-se como um dos maiores polos turísticos brasileiros.
Levantamento do Observatório do Turismo da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, com base em dados da plataforma Amadeus-ForwardKeys, indica que 2025 é o melhor ano da série histórica internacional do estado, iniciada em 2018. As reservas internacionais emitidas para o período entre outubro e dezembro de 2025 também apresentam alta de 74%.
O desempenho é impulsionado pela diversidade de experiências oferecidas, que incluem patrimônio histórico, cultura, natureza e turismo de bem-estar. Minas Gerais reúne o maior número de bens reconhecidos pela UNESCO no Brasil, com sítios culturais como Ouro Preto, Congonhas, Diamantina e o Conjunto Moderno da Pampulha, além do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, reconhecido como Patrimônio Natural em 2025, e do Queijo Minas Artesanal, considerado Patrimônio Cultural Imaterial.
Da redação, Weber Gomes.
Reprodução: Agência Minas
Fonte: Agência Brasil / Agência Minas
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