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Comemorado em 20 de janeiro, o Dia Mundial do Queijo ressalta não apenas o valor gastronômico da iguaria, mas também questões fundamentais sobre segurança, qualidade e procedência dos alimentos consumidos pela população.
Em Minas Gerais, queijos especialmente aqueles produzidos por agroindústrias familiares, representam um segmento estratégico da economia rural, combinando tradição culinária e relevância econômica. Em 2025, essas agroindústrias produziram cerca de 43 mil toneladas de queijo, volume que reflete a força da produção familiar e a importância do estado no cenário nacional de laticínios.
A celebração da data ocorre em um contexto em que a atuação de órgãos de controle sanitário, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), tem papel central para garantir a origem, a qualidade e a segurança dos queijos que chegam às mesas dos consumidores. A fiscalização abrange desde a autorização de estabelecimentos e o controle de processos produtivos até a análise de produtos em termos de higiene e rotulagem, assegurando conformidade com padrões técnicos e sanitários.
A produção de queijos em Minas Gerais está inserida em uma cadeia que envolve a pecuária leiteira, a transformação industrial e a comercialização em diferentes mercados, com impacto direto na geração de renda, na empregabilidade rural e na manutenção de atividades tradicionais. A presença expressiva de produtores familiares contribui para a diversificação de variedades e para a preservação de técnicas regionais.
Ao mesmo tempo em que celebra o patrimônio cultural associado ao queijo, a data reforça a necessidade de atenção contínua à segurança alimentar e à rastreabilidade dos produtos. A integração entre produtores, órgãos de fiscalização e mercados consumidores visa fortalecer práticas que garantam qualidade, confiança e sustentabilidade na produção e no consumo de queijos.
No Sul de Minas e em outras regiões do estado, a produção de queijo consolida Minas Gerais como um dos principais polos nacionais de laticínios, com impacto relevante na economia local e no fortalecimento da identidade gastronômica estadual.
Da redação, Weber Gomes.
Reprodução: Emater-MG / IMA
Fonte: Emater-MG / IMA
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