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O homem preso suspeito de cometer um duplo feminicídio em Sorocaba (SP) foi encontrado morto na cela da Delegacia de Polícia Civil de Pouso Alegre (MG). O caso ocorreu neste domingo (18) e foi confirmado pelas forças de segurança.
De acordo com a Polícia Civil, há indícios de que o detido tenha tirado a própria vida. Um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias da morte.
O suspeito, Antônio Batista de Lima, de 35 anos, havia sido preso horas antes na Rodovia Fernão Dias, na altura do km 940, no município de Extrema, no Sul de Minas. A prisão ocorreu após informações repassadas por autoridades paulistas, que indicavam que ele seguia em direção a Minas Gerais em um Ford Ka vermelho. Equipes do 59º Batalhão da Polícia Militar localizaram o veículo durante patrulhamento, após acompanhamento por alguns quilômetros, e realizaram a abordagem.
Segundo a Polícia Militar, o homem confessou espontaneamente a autoria dos crimes no momento da prisão. Ele era suspeito de ter assassinado duas mulheres, de 30 e 32 anos, a facadas, na madrugada de domingo, no Parque Vista Bárbara, na zona norte de Sorocaba.
As investigações apontam que o suspeito era ex-marido de uma das vítimas e teria ido até o local, onde ocorreu uma discussão antes do ataque. Após o crime, ele fugiu por volta das 5h e acabou localizado ainda pela manhã em território mineiro. Três aparelhos celulares foram apreendidos durante a prisão.
As vítimas eram Giovanna Cristina Tedesco de Almeida, de 32 anos, cozinheira e empreendedora no ramo de alimentação, que também atuava em uma casa de eventos, e Tamara da Silva, de 30 anos, cantora de forró e auxiliar de logística. Tamara havia sido casada com o suspeito por vários anos e o casal teve três filhos, de 13, 8 e 4 anos. Durante o período do relacionamento, eles chegaram a realizar apresentações musicais em parceria.
O duplo feminicídio é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher de Sorocaba. Já a morte do suspeito sob custódia está sendo apurada pela Polícia Civil em Minas Gerais, conforme os protocolos legais.
Da redação, Weber Gomes.
Reprodução: PCMG
Fonte: PCMG
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